Exatamente isso: mulher que não nutre o desejo de ser mãe só pode ser cretina. Piranhona. Egocêntrica. Sem coração.
Qual o ponto de ser xoxoteira e não parir? Nenhum.
Qual o ponto de ser xoxoteira e não viver exclusivamente pelos outros? Nenhum.
Houvesse um pênis ali, entre as pernas do ser, o direito de escolha seria garantido. Direito de querer viver por si, ou mesmo por quem já existe, sem a busca por mais - mais amor, mais dor, mais trabalho, mais preocupação, mais limitações, mais dívidas, mais problemas.
Nasceu faltando pênis? Agora pague pelo seu erro. Gere novos humanos e os crie, por ao menos uns 18 anos. Vomite horrores, ganhe peso, notas promissórias e muitas rugas. Se foda. Quem mandou ficar sem pênis?
Gerar humanos é uma obrigação feminina por, antes tudo, uma questão social. Acho que ética também! A raça humana anda rumo à extinção, é dever das xoxoteiras parir.
Pense em sua mãe. Ela é fofa, né? Fofíssima.
"Mães são a essência da beleza mais suprema que aflora em contraste a um mundo vil" <- lindo pensamento*.* Sendo mãe tudibom^^ nesse mundo, uma xoxoteira que se recuse ao devido uso de seu sistema reprodutor fazer, só pode ser tudo de podre e piranhento que há. Certamente toda mulher que não nutre o desejo de vivenciar a maternidade, quer sair se esfregando com todas as pessoas. Toda mulher que não fantasia ser mãe é porque teme ser limitada no número de parceiros sexuais, teme sequer poder trazer o povo do escritório para "festinhas-delícia" em sua casa.
É matemático, uma questão de lógica.
Mãe é tudo de lindo e mais fabuloso! Quem não quer ser mãe, portanto, é tudo de mais horrível e monstruoso.
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Homenageio a quem atribui a mulheres o dever de gerar mais vidas com meu vômito.
Um vômito intensamente projetado e, felizmente, nada gestante. Nada contra a maternidade, aliás, muito pelo contrário.
Quem conquista meu sincero vômito é a escória responsável pelo preconceito contra a mulher que, ainda que "ficando velha" (vide moi, aos 30), não se sente impelida a vivenciar a maternidade. Por incrível que pareça, há quem coloque a idéia na balança e chegue à conclusão que, ainda que certamente valiosíssima a experiência de curtir a vida alheia, urgente é curtir a própria vida.
Para alguns, "curtir a vida" pode ser viável com a existência dum filho a tiracolo. Para outros, entretanto, a cria atrapalharia. Falta dinheiro, altruísmo, paciência. Sobra curiosidade (viajar, estudar), trabalho, planejamento. No optar por (ainda que "not just yet") não parir, "sobra", até mesmo, a muitos, a responsabilidade e senso ético.
Leia mais sobre vômito aqui.

Piranhona rs.
ReplyDeleteI agree with you and too don't want be mother. I have so many more interesting things to do and be. Márcia
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